Mesquita Azul

Istambul

5 motivos para escolher essa viagem

  • A Aya Sofia, ou Basílica de Santa Sofia. A igreja é exuberante, com cúpulas adornadas e lustres colossais que pendem do teto. Construída entre 527 e 565, ela serviu como elemento de afirmação do catolicismo. No século 15, quando a Turquia estava sob o domínio otomano, foi convertida em mesquita, e hoje funciona como museu.
  • A imersão na cultura islâmica, tão presente na cidade – e no país. Ela pode começar com a visita à impressionante Mesquita Azul, de 1616, concebida como símbolo de poder do islã sobre o catolicismo. A decoração de seu interior é belíssima, com delicados mosaicos que adornam paredes e cúpulas e chão forrado de tapetes.
  • A gastronomia: banhada pelo Mar de Marmara e dividida pelo Estreito de Bósforo, Istambul tem peixes e frutos do mar fresquinhos, muitas vezes servidos em pratos que também levam arroz, verduras e frutas. Entre as iguarias típicas estão os kebabs (espetos de carne), os sanduíches de peixe, as roscas cobertas de gergelim e os legumes (batatas, tomates, berinjelas ou pimentões) recheados. Outros clássicos locais são o chá de maçã, o suco de romã, os doces regados com mel e as frutas secas (entre elas o pistache, o damasco e o figo).
  • Os passeios de barco pelo Estreito de Bósforo, ótima oportunidade pra saber mais sobre Istambul e sua história – a parte asiática da cidade está entre as paradas do roteiro. Pra completar, golfinhos podem aparecer pelo caminho.
  • A escapada até a Capadócia (a 760 quilômetros), com cidades subterrâneas, construções escavadas nas rochas (como no museu a céu aberto de Goreme) e céu colorido por balões. Dica: a partir de Istambul, pegue o trem noturno até a capital Ankara, e depois siga de carro (300 quilômetros) por uma estrada perfeita, com lindas paisagens pelo caminho.
Balões na Capadódia | ©iStock/aprott

Check-list antes de fazer as malas

  • Documento Passaporte válido para o período mínimo de seis meses (contando a partir da data de entrada no país).
  • Dinheiro Lira turca.
  • FUSO HORÁRIO Seis horas a mais em relação ao horário de Brasília. Essa diferença pode variar nos períodos de horário de verão.
  • Idioma Turco.
  • Carro Para dirigir na Turquia é preciso portar o passaporte e a PID (Permissão Internacional para Dirigir), que deve ser solicitada no departamento de trânsito da sua cidade.

Só tem aqui

O Grand Bazaar, um mercado único. É pra esse verdadeiro (e delicioso!) labirinto de lojinhas que convergem todos os viajantes ávidos por comprar os irresistíveis badulaques turcos: luminárias, tapetes, bijuterias, cerâmicas, louças, especiarias, enfeites, roupas e um sem fim de quinquilharias.

Programe-se

No verão, principalmente entre julho e agosto, com dias mais longos e quentes (mínimas perto dos 20°C, máximas em torno dos 30°C), a cidade recebe festivais de música e arte. O inverno, a partir de dezembro, é chuvoso, e sempre há possibilidade de neve (mínimas em torno de 0°C, máximas próximas dos 10°C). A primavera, de abril a junho, e o outono, entre setembro e novembro, têm dias abertos e temperaturas amenas – os dois períodos são perfeitos para uma viagem à Turquia. Muitas atrações, lojas e restaurantes fecham (ou abrem com horários reduzidos) em épocas de feriados religiosos, como o Ramadã (a data muda a cada ano). Para visitar a Mesquita Azul, ícone da cidade, é preciso vestir calça comprida ou saia longa (as mulheres também devem estar de ombros e cabelos cobertos; lenços são emprestados na entrada).

Saiba mais

Desde que Istambul foi cenário da novela Salve Jorge, de Glória Perez, os cartões-postais do lugar ficaram mais familiares para os brasileiros. Com um pé na Ásia e outro na Europa, literalmente, a cidade que une os dois continentes tem mais de 16 milhões de habitantes e atrações para mais de uma semana. Para fazer o tempo render, vale a dica: use e abuse do transporte coletivo (tram, metrô e ferryboat), para escapar do trânsito caótico. Como as principais atrações ficam em Sultanahmet, a dica é hospedar-se por ali. No bairro ficam, por exemplo, a Basílica de Santa Sofia e a Mesquita Azul, dois dos principais símbolos da Turquia. Ao lado dessas duas gigantes, é fácil passar batido pela entrada da Cisterna da Basílica. A portinha discreta esconde um tesouro subterrâneo construído pelo imperador bizantino Justiniano em 532, para abastecer o palácio de Topkapi. A iluminação dá um ar mágico ao lugar. A dez minutos de caminhada da cisterna, o Grand Bazaar é um mercado como você nunca viu – para se dar bem ali, é preciso pechinchar com muita convicção (aceitando o primeiro preço, ou o segundo, você provavelmente estará pagando muitas vezes mais do que deveria). O parque Gülhane, no mesmo bairro, é uma excelente parada entre uma e outra atração. Também não devem ficar de fora de uma visita à Istambul os museus Arqueológico, do Antigo Oriente, de Arte Turca e Islâmica e de Arte Moderna. Para relaxar, invista numa experiência bem típica: o hamam, ou banho turco – a sequência inclui uma espécie de sauna, esfoliação e banho de espuma.

  • Interior da Aya Sofia

    Interior da Aya Sofia | ©iStock/rognar

  • Peças expostas no Grand Bazaar

    Peças turcas expostas no Grand Bazaar | ©Shutterstock/Alfonso Ianniello

  • Tram de Istambul

    Tram de Istambul | ©iStock/Todor Tsvetkov

  • Basílica de Santa Sofia

    Aya Sofia ou Basílica de Santa Sofia | ©Shutterstock/Mehmet Cetin

  • Interior da Mesquita Azul

    Interior da Mesquita Azul | ©Shutterstock/Yarygin

  • Frutas secas no Grand Bazaar

    Frutas secas no Grand Bazaar | ©Shutterstock/narvikk

  • Ponte do Bósforo

    Ponte do Bósforo ao fundo | ©Shutterstock/Tatiana Popova

  • Mesquita Azul

    Mesquita Azul | ©iStock/Leonardo Patrizi

  • Palácio de Topkapi

    Palácio de Topkapi | ©Shutterstock/muratart

  • Passeios de barco pelo Estreito de Bósforo

    Passeios de barco pelo Estreito de Bósforo | ©iStock/Ugurhan Betin

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