Farol da Barra | ©iStock/Richmatts

Salvador

5 motivos para escolher essa viagem

  • É um mergulho no riquíssimo caldeirão cultural baiano. As influências africanas estão na música, na dança, nas manifestações religiosas e nos acervos de ótimos museus, como o de Arte Moderna (ou Solar do Unhão) e o Solar do Ferrão.
  • Os sabores marcantes da Bahia, que aparecem principalmente nas temperadas moquecas e nos tradicionais acarajés.
  • O Pelourinho, ou Pelô, declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco. O lindo e fotogêncico centro histórico de Salvador, que começou a ser construído no século 16, reúne igrejas, casarões, museus, ateliês, lojas, bares e restaurantes.
  • A Igreja e Convento de São Francisco, um dos mais impressionantes conjuntos barrocos do país. A quantidade de ouro nos altares impressiona, assim como os painéis de azulejos do claustro.
  • A noite da capital, que pode começar nas tendas de acarajé do Largo de Santana (no Rio Vermelho), na Bahia Marina (no Comércio) ou no bar Cruz do Pascoal (em Santo Antônio), com o pôr do sol na Baía de Todos os Santos. Para esticar, o endereço também é o Rio Vermelho, com baladas e bares clássicos como o Boteco do França, que só fecha às 4h da manhã.
Acarajé | ©iStock/TinaFields

Check-list antes de fazer as malas

  • FUSO HORÁRIO Segue o horário de Brasília, mas não adota o horário de verão (outubro a fevereiro).
  • Clima Faz calor o ano todo – entre dezembro e março, as temperaturas máximas passam facilmente dos 30°C. No inverno, quando as mínimas podem chegar perto de 15°C, os termômetros passam dos 25°C nos períodos mais quentes do dia. Chove mais entre abril e julho.

Só tem aqui

O Memorial Casa do Rio Vermelho, que foi residência de Jorge Amado e Zélia Gattai por quase 50 anos. Entre tantas preciosidades do museu, inaugurado em 2014, está o quarto onde os escritores dormiam, com móveis originais. A Fundação Casa de Jorge Amado, no Pelourinho, também preserva a memória dos escritores: expõe objetos pessoais e vende algumas de suas obras.

Programe-se

O Carnaval é o evento mais badalado da cidade. Para visitar Salvador nessa época, é recomendável reservar hotel com meses de antecedência. Além da folia nos trios elétricos badalados, como os comandados por Ivete Sangalo e Claudia Leitte, há apresentações grátis de tradicionais blocos afro, como Ilê Aiyê e Filhos de Gandhy. No dia 2 de fevereiro, outra festa movimenta a capital baiana: a de Iemanjá, que lota a praia do Rio Vermelho. E, durante o verão, o Olodum faz ensaios abertos, à noite, no Pelourinho. Em qualquer época do ano, alguns programas não devem ficar de fora do seu roteiro: uma apresentação do Balé Folclórico da Bahia, no Teatro Miguel Santana; um show de jazz no Solar do Unhão, no fim de tarde (apenas aos sábados); e uma missa ao som de atabaques e tambores na igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos (terças, às 18h), evento-símbolo do sincretismo religioso em Salvador.

Saiba mais

Salvador tem marcas fortes e coloridas, como o som dos tambores do Olodum e as fitinhas do Senhor do Bonfim. Ambas costumam conquistar quem circula pelo Pelourinho, principal atração da capital. Ao caminhar sem pressa por suas ladeiras e praças, descobre-se o que é que a capital da Bahia tem: muita arte, cultura e história pra contar. Ali ficam ateliês de importantes artistas locais, como Bel Borba e Raimundo Bida; igrejas magníficas, como a de São Francisco e a Catedral Basílica; e interessantes museus, como o Solar do Ferrão, o da Misericórdia e o Afro-Brasileiro. Explorar o bairro é programa obrigatório antes de tomar o famoso Elevador Lacerda em direção à Cidade Baixa e ao Mercado Modelo. Ele é um dos pontos de parada do Salvador Bus, ônibus de dois andares que facilita a vida de quem quer conhecer muito da capital sem preocupar-se com seu trânsito pesado (você pode desembarcar em qualquer ponto, ficar quanto tempo quiser e subir no próximo veículo). A famosa igreja do Bonfim e a deliciosa Sorveteria da Ribeira estão pelo caminho, assim como o Farol da Barra e seus novos (e surpreendentes) vizinhos: o Espaço Carybé de Artes, no Forte São Diogo, e o Espaço Pierre Verger da Fotografia Baiana, no Forte Santa Maria. Para tomar um banho de mar, aposte em Porto da Barra. Ou siga para as praias do norte, como a bela Itapuã, eternizada na canção de Toquinho e Vinícius de Moraes.

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  • Igreja de Nosso Senhor do Bonfim | ©Banco de imagens da Embratur

    Igreja de Nosso Senhor do Bonfim | ©Banco de imagens da Embratur

  • Farol de Itapuã | ©iStock/nessaflame

    Farol de Itapuã | ©iStock/nessaflame

  • Baía de Todos os Santos | ©iStock/Marcio Silva

    Baía de Todos os Santos | ©iStock/Marcio Silva

  • Pelourinho | ©iStock/filipefrazao

    Pelourinho | ©iStock/filipefrazao

  • Capoeira | ©Banco de imagens da Embratur

    Capoeira | ©Banco de imagens da Embratur

  • Praia de Itapuã | ©iStock/jeilson

    Praia de Itapuã | ©iStock/jeilson

  • Detalhe das casas coloridas do Pelourinho | ©iStock/ueberkunst

    Detalhe das casas coloridas do Pelourinho | ©iStock/ueberkunst

  • Elevador Lacerda | ©Banco de imagens da Embratur

    Elevador Lacerda | ©Banco de imagens da Embratur

  • Largo do Pelourinho | ©iStock/Grafissimo

    Largo do Pelourinho | ©iStock/Grafissimo

  • Vista do Elevador Lacerda e Cidade Baixa | ©iStock/luoman

    Vista do Elevador Lacerda e Cidade Baixa | ©iStock/luoman

  • Costa do Sauípe | ©Banco de imagens da Embratur

    Costa do Sauípe | ©Banco de imagens da Embratur

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